quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Minha Mente, Minha Casa

Então acorda do pulo
No instante da entrada
A emergência na porta
É erro que não abria

Feito o que já se esperava
Era agora porta amiga
Mesmo sendo uma porta 
Saberia o que você queria
 
Assim caminha pela casa
No acordar do dia
Já vendo as imagens
Da porta que enfrentaria

Aproxima-se com ar de servo
E como bom servo suplica
Que possa alegrar os olhos
E satisfazer a barriga

Reflete sobre o que esta contido
E o que contigo não estaria
Para dali nada tirar
Além da água merecida 

Para e observa o resto
As portas abertas que se fecham
Fecham-se em parte do dia

Sempre pelo medo 
Da privacidade furtada
E pela dor 
Da intimidade ferida
Thyago Vasconcelos

2 comentários:

Ísis Rocha disse...

Sempre a dor..

Cris disse...

Opa lindo post né mas por que parou por aqui ? Onde anda a inspiração ? Quero ver mais post guri .. heheheh