quinta-feira, 29 de setembro de 2011

De todo Querer

É Meu o querer
De estampar a dor
Ter cartas nas mangas
E ser a critica sem pudor

É do meu querer
Pular esta dança
Ser o palco da dama
E gritar pelo doutor

Não é teu dever
Importar as desculpa
Ainda que a culpa
Seja traquinagem do "amo você"

Será o meu dever
Esperar pela amarga gula
Ter a minha cura
Com o amanhecer

Restará a obrigação
de por um fim endurecer
E por amor amadurecer.
Thyago B. Vasconcelos