Em alegria comum,
comum de qualquer dia,
Num mesmo velho trajeto;
Caminho entre o sorriso
E aquele criminoso aceno.
O adeus de antes;
Agora mora na periferia;
Do que antes não via;
Provocando sensações de perda;
No que ainda voltaria.
Peço apenas para sair,
Sair dessa quebrada maquina do tempo,
Que não me leva a lugar algum;
Nem passado, nem futuro;
Deixando nesse eterno presente;
Uma quase solidão.
Thyago Barreto Vasconcelos