
Foi roubado o esquerdo sem o direito de um adeus, por tudo que já tinha, por tudo que não tinha e por tudo que deixava ficar, não deixara nem a ultima batida forte da saudade vacilar.
Saudade daquela esquerda, cega, maluca e estúpida que, para tudo e antes de tudo, parava para sentir a simples equação, entre sim e não. Na presença era raiva, na ausência era falta de não ter a sua metade para brindar.
Agora me retorna, de cara limpa e safada, fazendo carnaval no jorrar das lágrimas.
Repouso as idéias da sua criada lógica na inspiração razoável para então relaxar, e assim, em um ato do amor próprio absoluto, pego a me dizer: - te amo.
Na falta de um grito
Thyago Barreto Vasconcelos
5 comentários:
"Always me, always mine..." ;**
Escreve tão beem!
gostei muito, muito, viu?!
quando eu crescer quero escrever igaul a tu =] ;**
:^)
Gostei do texto.Seu blog é interessante.Continue assim!Tmb gosto de escrever assim como vc.Bjs!Se quiser acessar o meu é http://www.diariodeumapoetisa.zip.net
Como roubam o que nunca tivemos?
Não me culpo nem quero culpados... mas sei que nunca tem ninguém certo.
Uns se iludem e outros são alheios...
E cara limpa, safadeza e carnaval são presságios de reatar erros confirmados.
Li reli e fiquei com um sorriso bobo na cara e a cabeça a mil xD
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